MARIO SUAREZ

Argentina | Brasil | Italia

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1962 / 1991 Argentina.
1992 / 1999 Brasil.
1999 / 2005 Itália
2006 Brasil
2007 Itália
2008 Brasil
www.mariosuarez.net

Escola de Desenho e Pintura Fernando Fader. Mendoza. Faculdade de Arquitetura, Design e Urbanismo. Design Gráfico. Universidade de Buenos Aires. UBA. Oficinas: Eduardo Tejon. Mendoza. Roberto Páez. Buenos Aires. Luis Felipe Noé. Buenos Aires. Argentina.

HIGH PERFORMANCE DESIGN SYSTEMS. ART DIRECTION
IMAGEN CORPORATIVA_EDITORIAL DESIGN_DESIGN DE INFRAESTRUCTURA_WEB DESIGN_PHOTOEDITING_STRATEGIC DESIGN

1987- Projeto Editorial Catinga / Nueva Ignorancia . Buenos Aires. Faculdade de Design Graphic convidado (1988) como docente adjunto para a cátedra de “Morfología I. 1989 – Professor de desenho “Programa Cultural por Barrios”. Buenos Aires. Argentina. 1989 – Diretor de arte, curtametragens Instituto Nacional de Cinematografía Argentino. 1993 / 1995 Idealiza, cura e produz “Projeto BABEL”. Buenos Aires / São Paulo / Belo Horizonte. Brasil.1995, Funda seu próprio escritório de graphic design: VISÃO CRIATIVA COMUNICAÇÃO. VCC. Belo Horizonte.1996 – Idealiza o encontro \ debate, «A questão dos desaparecidos» VEINTE AÑOS. Universidade de São Paulo. SP. Brasil. 1997- Idealiza, cura e produz a “O que acontece quando se muda de lugar?”. Palácio das Artes. Belo Horizonte. Brasil. 2000 – EVENTS MEDIA SrL. Comunicazione, Art Director. Turim, It. 2002 – BONAPARTE48. Creative Director. Milão, Itàlia. 2003 / 2005 – CLUSTER- Città-Design-Innovazione. Photo Editing, Coordenador das colaborações sudamericanas. 2004 – TO SHARE Festival Internacional de Cultura y Arte digital. Curador, “Paese Ospede – BRASIL”. Turim. Itália. 2006 – PDV Brasil, publicidade e consultoria em marketing. Belo Horizonte, Brasil. 2006 – Curador. INTERACTORS. Arte Interativo x Interaction Design. Belo Horizonte. Brasil. 2007 – CLUSTER- Città-Design-Innovazione. Creative Director, Coordenador das colaborações sudamericanas. 2008 – CLUSTER_BRASIL – Città-Design-Innovazione. Publisher. Creative Director.

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ARTS
por Paulo Reis. Rio de Janeiro. Brasil
Como bem lembrou Harold Rosemberg, a arte contemporânea está fadada a ser um centauro: metade palavra, metade obra. Mas isso de forma nenhuma anula as questões cruciais da arte neste fim de milênio. Talvez o crítico, na sua visão formalista, não compreendesse o que estava se propondo naquele momento. Nos dias de hoje, é impossível ser pré-Duchamp ou Beuys, mesmo sem sabermos no que vai dar este monstro chamado arte contemporânea. Bem, todas essas digressões não passam nem ao largo da produção, nem a influenciam muito, desde que o artista tenha consciência disso e não busque longe da sua obra questões que não lhe dizem respeito.
Isto tudo me ocorre porque, ao olhar para a obra de Mario Suarez,
me pergunto quanto significado pode estar contido nela, que, por si só, é um tanto híbrida no uso de linguagens e de materiais. Aponto a influência da arte gráfica, pois claro, o artista, como tantos outros, trabalha nesta área. Mas, para mim, o que está por trás de alguns signos que se apresentam em sua obra é um resíduo da grande arte conceitual, de um Kosuth, por exemplo, com grande influência do grafismo pop. Elementar…
Sua obra carrega elementos visuais do cotidiano, mesmo banais, que o artista emprega consciente de que ele será o “alavancador” de questões inerentes à obra e, por conseqüência, à arte. Trafegando entre o desenho, a pintura e o objeto, a obra de Mario vem carregada de uma sensualidade orgânica; seja pelo uso de corpos estranhos, como animais e metais, seja pelo modo como ele encerra esse “estranhamento” dentro do objeto construído, criando uma “pictoriedade” própria. O fato de lidar com as artes gráficas, manuseando todos os dias signos, em que o mais importante é a comunicação, não seria exagero dizer que a produção deste artista é uma bem acabada formalização da estética da pop arte, em que a construção de um novo signo nasce da desconstrução de seu primeiro sentido, emprestando-lhe um novo conceito.

EXPOSIÇÕES
Individuais. 2007. One day. Galleria AB+. Turim. Itália. 2002. Arquivos de Texto e Imagem.(da perseo ao ciberspazio). Galleria La Subbia. Pietrasanta. It. 2002. Festival Latinoamericano – “12° Edizione”. Milão. It. 2000. Mario Suarez….”gente spaesata”. Centro Cultural UFMG. Belo Horizonte. Brasil. 2000. Arquivos de Texto e Imagem. Galleria La Subbia. Pietrasanta. It. 1999. Arquivos de Texto e Imagem. Museu dá República. Rio de Janeiro. Brasil. 1998. Arquivos de Texto e Imagem. Corpo Sala de Exposições. Belo Horizonte. Brasil. 1993. A Divina Comédia Humana – O direito e o revés. Centro Cultural Recoleta. Buenos Aires. Argentina. 1993. Mario Suarez. O Perseguidor. Casal da Catalunha. Buenos Aires. Argentina. 1991. Mario Suarez. Salas Provinciales de Cultura. Mendoza. Argentina.
Coletivas. 2003. Geo-grafie do possibile. Tre ipotesi a confronto. Galleria d’Arte Paolo Nanni. Bologna. It. 2002. Riflessi Sull’Acqua. Roma. It. 1999. Rumos Visuais – «Mapeamento» artistas do Brasil. Instituto Cultural Itaú. São Paulo. Brasil. 1997. Ou que acontece quando se muda de lugar?. Palácio das Artes. Belo Horizonte. Brasil. 1997. Daqui a um Século. Centro Cultural UFMG. Belo Horizonte. Brasil. 1996. FID. Artes Visuais. Festival Internacional de Dança. Belo Horizonte. Brasil. 1995. Projeto BABEL. Belo Horizonte – São Paulo. Brasil. 1993. Grupo AZAR. Centro Cultural Recoleta. Buenos Aires. Argentina. 1993. VII Salão Nacional de Pintura. Bahia Blanca. Buenos Aires. Argentina. 1992. Grupo AZAR. Museu de Arte Moderna. Belo Horizonte. Brasil. 1992. Grupo AZAR. SESC Pompeia. São Paulo. Brasil. 1991. Bienal de Arte Jovem. Centro Cultural Recoleta. Buenos Aires. Argentina. 1991. Grupo AZAR. Universidade Católica do Chile. Santiago. Chile. 1990. Primeiro Salão da Luz. Fundação da Visão. Buenos Aires. Argentina. 1990. Os Outros Sudacas. Argentina. As Novas Tendências. Espanha.

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Mail: ms@mariosuarez.net